19/02/2008

CONSULTÓRIO SENTIMENTAL

PERGUNTA. Olá Bety, td bem? Venho por meio deste pedir ajuda de alguém que tem mais experiência e conhecimento nesta área. Estou desesperada. Namoro há 7 anos e do final do ano passado para cá senti que meu relacionamento não estava legal. Conversávamos para tentar eliminar o problema, mais ele dizia que não sabia o que estava acontecendo. Sempre mostrou que me amava e um dia, quando conversávamos, ele disse chorando que parecia que estávamos virando amigos. Isso me machucou muito porque eu estava certa que eu o amava. Até que em janeiro 2008 por motivo de ciúmes (pois ele tem uma colega que para mim gosta dele e já fez muitas coisas que me irritaram) começamos a brigar e ele disse que eu não confiava nele, que ele me ama mas a
situação era diferente das outras conversas. Ele me elogiou e ai senti algo estranho pois parecia sim o fim de tudo. Ele diz que eu sou a mulher da vida dele, que ele me ama e o que sentiu por mim nunca havia sentido por
ninguém, que ele acredita que podemos ser muito felizes, só que é preciso dar um tempo pois não está feliz, inclusive com o relacionamento. Ai veio esta maldito tempo que sempre foi contra nossos propósitos.
(traição e tempo). E diz que o tempo a gente não namora, que não existe um prazo para voltar, ele afirma é um tempo de verdade. Que o sentimento dele está escondido...Percebi que ele esta confuso quanto ao sentimento por mim, não sabe se me ama como mulher ou como amiga. Ele não mexeu ainda nas minhas fotos não tirou nenhuma do lugar onde estavam. Continuam como se nada tivesse acontecido, a mãe dele me disse que ele está dormindo com meu travesseiro. E mesmo assim estamos dentro do tempo que na verdade é um termino e ele apenas não teve coragem de dizer. Começamos namorar muito cedo, eu tinha 17 e ele 18. Então, depois de 7 anos
tudo acabou. Neste ano de 2008 será entregue o apartamento que compramos em março do ano passado. E pelo que vejo teremos que vender... Porque se não estivermos juntos não tem porque eu ficar com o apartamento. Bety por favor me ajuda...esta é uma parte da minha triste história...Agradeço desde já. Camila
RESPOSTA: Querida Camila, tem uma frase que diz que algumas vezes é preciso romper para não se corromper. Não acho a sua história triste querida, muito pelo contrário. Estamos falando de duas pessoas bonitas por dentro, que falam de seus sentimentos com verdade mesmo que para dizer que não sabem o que esses sentimentos significam de verdade. Um relacionamento longo como o de vocês corre o risco de ser tornar apenas amizade. Mas as vezes a amizade e o amor estão misturados e um dos parceiros se sente confuso em dar um passo tão importante como o casamento. Pode ser que seu namorado esteja inseguro, apenas isso. Mas pode ser também que ele tenha percebido que é apenas seu amigo. Aconselho que você converse com ele sobre isso e proponha você também um afastamento. Não fique tentando saber da mãe dele, de amigos ou familiares essas histórias românticas de travesseiro ou fotos. Tente ser mais realista que o tempo dirá a verdade para você. Crescer dói amiga, mas nos fortalece muito. De uma coisa eu tenho certeza: seja qual for o final da relação de vocês restará uma grande amizade. Isso é muito importante. E acredite, para saber se uma pessoa é nossa é preciso deixá-la completamente livre. E para você amiga, uma frase: “O dia mais importante não é o dia em que conhecemos uma pessoa e sim quando ela passa a existir dentro de nós.” Carinho, Bety

Escrito por Bety em 19/02/2008

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CONSULTÓRIO SENTIMENTAL
PERGUNTA: Bety, em abril do ano passado um rapaz que era da minha turma naquela época beijou-me numa festa. Como eu não sentia nada por ele, e sabendo também que uma amiga minha gostava dele, eu disse-lhe que não queria fazer aquilo e pedi desculpas. Só que depois o sentimento começou a crescer dentro de mim até que ele começou a espalhar que tinha namorada. Pensei que ele tinha dito isso só para me castigar mas afinal ele tinha namorada mesmo! Bem, o que é certo é que eles viveram uma relação muito intensa, dormiam juntos muitas vezes na casa um do outro e acho que se gostavam mesmo. Mas há pouco tempo eles acabaram o relacionamento e eu voltei a falar com ele. Saímos algumas vezes, mandávamos muitas mensagens um para o outro, e aconteceu outra vez! Beijamo-nos, e como um beijo puxa outro, posso dizer que "curtimos". Só que uma semana depois ele começou a ficar estranho e hoje mal fala comigo. Tenho pensado que talvez ele precise de algum tempo para decidir o que fazer, ou saber o que sente por mim e pela ex-namorada mas, a cada diz que passa, me sinto mais triste por não saber o que fazer. Você acha que devo pressioná-lo ou dar mais algumas semanas até ele saber o que quer. Aiii, ajude-me. Mara, 18 anos
RESPOSTA: Querida, acho que você está coberta de razão. É preciso dar tempo ao tempo. Antes de decidir por você, pela ex ou até por ninguém, esse rapaz está precisando entender os próprios sentimentos. Você diz que está triste e isso acontece porque você está com muita expectativa com relação a ele. Tente diluir essa expectativa curtindo sua própria vida: passeando, encontrando com seus amigos, vendo um bom filme, lendo um bom livro. Lembre-se que o mundo não para e não podemos também parar a nossa vida até que qualquer outra pessoa decida o que fazer da própria. Você é muito jovem e muito inteligente para isso. Neste final de semana, se produza e vã se divertir. Você voltará muito mais leve. Carinho, Bety

Escrito por Bety em 19/02/2008

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C ONSULTÓRIO SENTIMENTAL
PERGUNTA: Oi Bety, preciso muito de uma orientação: tenho 28 e ela 30, temos 2 filhas de 4 e 6 anos, estamos casados há 7 anos mas nossa relação nunca foi das melhores. Nos últimos 4 meses a coisa se agravou. Ela e minha família não se dão muito bem, minhas visitas a minha família são muito restritas pois ela acha que estão enchendo minha cabeça. Ela trabalha em casa e cuida das crianças, eu trabalho e estava cursando faculdade de noite mas tive que trancar matrícula este semestre pois ela nunca apoiou que eu estudasse, Ela alega que o meu estudo só beneficia a mim e não consegue enxergar que o estudo pode me abrir portas onde eu posso melhorar o meu desenvolvimento profissional e, consequentemente, dar mais conforto para ela e para as crianças. Isso só veio piorar mais a nossa convivência. Parece mentira mas chegamos a passar 30 dias sem relação, não sinto mais vontade de beijar nem abraçar minha mulher. Enfim, estou muito confuso e pensando em separação mas penso nas minhas filhas, como elas absorverão um rompimento. Aguardo retorno.
RESPOSTA: Querido amigo, relações que nos levam para trás só nos causam sofrimento. Acho que existe uma competição entre vocês ou ela estimularia você a estudar e melhorar de vida. Uma mulher que não torce pela nossa evolução é, na melhor das hipóteses, decepcionante. Só podemos amar quem admiramos e sinto que você não admira mais sua mulher. Daí também a falta de vontade de fazer sexo. Uma coisa eu aprendi na vida, amigo, que o melhor para os nossos filhos é conviver com a verdade. Se uma separação é verdadeira eles serão mais favorecidos do que viver no mesmo teto com um pai e uma mãe que já não se respeitam e não se amam mais. O que não significa que você e sua mulher sejam inimigos. As crianças absorvem a verdade com tranquilidade. É claro que elas sofrerão um pouco com a separação mas, com o passar do tempo, conviverão com isso com naturalidade. Só não vale você renunciar a sua própria vida e ao seu desenvolvimento como pessoa e como profissional. Converse com a sua mulher seriamente e se perceber que não há retorno tome uma atitude. Dói, é claro, mas você vai conseguir. Se precisar conversar novamente é só escrever. Carinho, Bety

Escrito por Bety em 19/02/2008

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  20/02/2008

CONSULTÓRIO SENTIMENTAL
PERGUNTA: Olá Bety, hoje durante o programa do David Rangel, ouvi vocês dizendo que solidão e estado de espírito. Eu sofro muito de solidão depois que perdi um sobrinho/afilhado em um trágico acidente de carro. Depois que minha mãe faleceu (em fevereiro/01), ele foi o único entre três sobrinhos, duas sobrinhas, dois irmãos e duas cunhadas, que dava-me atenção, inventava motivos para ligar para mim. Tentei entrar para algum grupo na igreja, entrei para a liturgia, grande engano todos querem estar na vitrine. Não deixei de freqüentar as missas mas não faço mais parte de grupos. Viajo sempre, no mínimo são vinte pessoas dentro do ônibus e me sinto como se estivesse só com em minha casa. Pouco depois de ouvi-los recebi a essa mensagem que, para mim, diz o que é solidão. Só quem sente é que sabe como e difícil lidar com essa situação. Atualmente, meus companheiros são o computador e o rádio. Por isso, fico passando mensagens para você. Obrigada por poder escrever-lhe. Beijos
Solidão

Solidão
não é a falta de gente
para conversar, namorar, passear, fazer sexo ....
Isto é carência.

Solidão
não é o sentimento que experimentamos
pela ausêncisa de entes queridos,
quando não podem mais voltar.
Isto é saudade .

Solidão
não é o retiro voluntário
que a gente se impõe ,às vezes,
para realinhar os pensamentos.
Isto é equilíbrio...

Tão pouco é o claustro involuntário
que o destino nos impõe compulsoriamente,
para que revejamos a nossa vida ...
Isto é princípio da natureza ...

Solidão
é quando nos perdemos de nós mesmos
e procuramos em vão pela nossa alma !!!




RESPOSTA: Querida amiga, entendo perfeitamente o seu sentimento. Mas algumas vezes, depois de um desses golpes do destino, nos fechamos para o mundo. Talvez isso aconteça porque, sem ter consciência disso, temos medo de nos apegar a alguém e depois perder novamente. Outro dia, ouvindo a entrevista de um famoso psicanalista, ouvi uma frase que me chamou muito a atenção. Ele dizia que o maior remédio para a solidão e depressão é a caridade. Quando nos dedicamos a outros de alguma forma saímos de dentro de nós. Nossas saudades ficam lá, guardadas num canto de nossos corações como um tesouro, mas começamos a olhar para os que precisam. Precisam de um ombro para chorar, de ouvir uma simples palavra, de apoio num momento difícil da vida. Tente querida, tente se dedicar a alguma causa. Tenho certeza que a solidão vai doer menos. E obrigada pela linda mensagem. Vou guardá-la na minha caixinha de preciosidades. Um beijo e um abraço apertado, Bety Orsini

Escrito por Bety em 20/02/2008

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RECADO DA BETY
Você pode falar comigo pelo celular 9382-2643 (das 14 às 20 horas) e participar do meu quadro CONSULTÓRIO SENTIMENTAL no Programa Tarde Legal, com David Rangel. É só ligar, falar com a Jane, e eu ligo de volta. Eu vou ajudar você a resolver seus problemas. Conte comigo.

Escrito por Bety em 20/02/2008

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CONSULTÓRIO SENTIMENTAL
PERGUNTA: Olá Bety, tenho 33 anos e gostaria de uma ajuda sua em relação a toda uma vida que para mim, na minha opinião, foi falida. Estou falando da minha própria vida. Se possível, gostaria que você me respondesse por aqui. Sempre tive um espirito independente, desde que me entendo por gente e do que minha família conta, desde menina. Aos 17 anos escolhi morar c meu pai, porque foi ele quem me incentivou a ter a liberdade de escolher meus caminhos e ir a luta. Minha mãe sempre foi conservadora e queria nos criar em baixo das asas numa cidade pequena, já meu pai era um libertário, que morava numa cidade grande, o Rio de Janeiro. A partir do momento que fui morar com meu pai, pude visualizar meu futuro profissional e ser quem eu sempre quis ser: uma mulher moderna, independente, dona do meu próprio nariz, solteira, nunca mãe. Mas a vida me pregou peças. Quando comecei a namorar uma pessoa, por exemplo, e fui morar com ele, dividindo as despesas. Mas com o tempo descobri que ele era violento, devido ao uso de drogas, e não consegui sair dessa relação por medo das ameaças dele e da violência que eu sofria...Passei 4 anos nessa vida...até que um dia depois de uma tentativa de me matar, consegui fugir. Descobri logo depois que eu estava grávida e tive que fazer um aborto. Meu pai já não morava mais no Rio, tinha sido transferido para Recife a trabalho, e me vi sozinha quando decidi voltar a morar c minha mãe e recomeçar tudo do zero. Sem emprego e sem faculdade ate então, porque não tinha cabeça para estudar depois de tudo. Depois de seis meses conheci outra pessoa, nessa cidade pequena, chamada João Pessoa. Começamos a namorar, comecei minha faculdade de ADM, paga por meu avô, e fui a luta atrás de trabalho. Mas JP é uma cidade onde não existe iniciativa privada, a maioria das pessoas é servidor público e consegui empregos provisórios. E detalhe: não fazia essa faculdade por realização, mas porque minha mãe queria, e eu para não contrariar, o fiz. Trabalhei em bancos mas acabava em depressão porque não me realizava. Até que casei com esse meu namorado e ele me apoiou em fazer finalmente o que eu queria já que meu avô parou de pagar a faculdade. Estudei e fiz Design, que era o meu objetivo, na Universidade Federal. Comecei a procura por trabalho nessa área, mas nada, até que ele conseguiu um emprego na prefeitura para mim. Mas não fazendo nada, como todos sabem como é. Me frustei novamente e toda essa frustração começou a influenciar no meu casamento. Claro que não era só isso. Então, depois de 9 anos, pedi o divórcio, pensando em desbravar o mundo atrás dos meus sonhos....sem filhos, sem marido, sem responSabilidades. Passei 2 anos sozinha, ainda procurando oportunidades e nada....até que um dia meu dinheiro foi acabando, recebo uma proposta de ir trabalhar em Recife com um designer q viu meus trabalhos de fotografia digital. Não pensei duas vezes e fui de olhos fechados. Mas ao chegar lá vi que não era tudo o que eu pensei....ele usava maconha pra trabalhar e eu desanimei totalmente...Logo depois recebi uma proposta de ir para São Paulo trabalhar na minha área, desta vez na empresa de uma amiga minha de 20 anos de amizade. Não pude hesitar, era a minha chance....Vendi meu carro, aluguei meu apto, vendi tudo e fui....Mais uma frustração porque ela queria me boicotar vendo que meu trabalho tinha resultado...brigamos e tive que voltar porque não tinha como pegar clientes dela, não conhecia ninguém além dela por lá. Voltei para JP de novo, recomeçando do zero, sem carro e com o dinheiro pela metade e voltei a morar com minha mãe. Então comecei a namorar uma pessoa....que durou apenas 2 meses, e um mês depois, descobri que estava grávida de novo....de 1 mês!! Meu chão caiu, minha vida entrou em desespero, porque eu já não tinha mais nada....nem dinheiro, nem carro, nem emprego, NADA!!!
Tentei voltar para ele, mas ele não queria, disse que não gostava mais de mim...entrei em depressão mais uma vez na minha vida....Depois de 2 meses nessa luta com ele e tentando achar uma saída (não sabia se abortava novamente ou não) meus conflitos aumentaram porque eu não queria me sentir culpada de novo. Uma pessoa que eu conhecia do Rio veio para cá para ficar comigo durante 10 dias e nos apaixonamos. Foram os 10 dias mais felizes da minha vida...e ele sabendo que eu estava grávida. Nos apaixonamos, tivemos momentos lindos e perfeitos que ambos nunca tivemos. Mas ele teve que voltar e me fez uma proposta....que eu fosse, que ele me ajudaria em tudo para tentarmos ficar juntos, mas sem filho. A proposta dele era, eu tirar minha filha, fazer um aborto, e como ele é medico me apoiaria em tudo. Mas optei por abrir mão desse amor, ou paixão, e ter minha filha....Estou há 4 meses morando aqui, estudando para concurso, cansada da vida, da luta, das caídas, sem esperança nenhuma em nada....E ele diz que não aceita filho de outro homem, porque o sonho dele é ser pai e ele só abdicaria da vida que ele tem por um filho dele. E aqui estou, zerada em tudo, e com uma filha de 4 meses de gestação. Queria sua opinião...urgente se possivel!! Obrigada

RESPOSTA: Primeiro querida, gostaria de dizer que nenhuma vida é inútil simplesmente porque é uma vida vivida. E lembrar que são as dificuldades, as dores, as quedas e as sucessivas voltas por cima que vão nos tornando mais fortes e mais sábios. Mas porque é preciso sofrer? Esse é o mistério da vida. Algumas vezes nos revoltamos, outras nos acomodamos ao que parece ser o nosso destino. E assim, algumas vezes nos esquecemos que podemos criar ou mudar o nosso destino. Com fé, força de vontade, determinação. Mas para isso é preciso acreditar, apostar. Em todo o seu relato percebo uma fé cega nas pessoas, coisa da juventude: fé naqueles que você acha seus amigos, seus amores. Mas esses sentimentos bons querida, são seus, estão dentro de você. E assim você vê o mundo com as coisas boas que guarda dentro do seu coração. Mas acho que agora você está se tornando mais madura. Escolheu não abrir mão da filha que parece tanto querer por causa de um amor. Um amor questionável, eu diria, mais uma paixão. Um homem que ama uma mulher não a obrigaria a tirar a filha que essa mulher deseja porque ele não aceita “um filho de outro homem”. Estamos falando de um homem egoísta, que só olha para o seu umbigo. E que, quando a paixão acabar, provavelmente será outra decepção. Acho que, enfim, você está começando a amar você, a cuidar de você. Sempre que tiver uma oportunidade de emprego, avalie, pegue referências. Quando ao bom amor, saiba que ele é generoso, quer o nosso bem, a nossa felicidade e nunca a nossa dor. Tenha sua filha, faça um vínculo verdadeiro com ela, um vínculo generoso como é da sua natureza. Como mãe, te digo que nenhum vínculo é tão poderoso como mãe e filho (a). Quanto ao bom amor, um dia ele chegará, para te fazer feliz. Não apresse o rio, ele tem seu ritmo e temos que respeitá-lo. Se precisar escreva novamente. Carinho, Bety

Escrito por Bety em 20/02/2008

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