CONSULTÓRIO SENTIMENTAL:
Olá Beth, sou leitora assídua do seu blog e é a segunda vez q venho pedir ajuda. Namoro há um ano e meio, amo meu namorado, mas eu tenho um "fogo" que me transforma em outra pessoa. Mesmo amando o homem que está comigo, não consigo ficar só com ele, sinto uma necessidade vital de ter outros homens, de me sentir desejada, de satisfazer meus desejos carnais. Tive uma experiência traumática quando era criança e isso marcou meu comportamento em relação aos homens. Já me falaram em bipolaridade, pois depois que saio com outros homens, não tenho peso na consciência, é como se não tivesse acontecido nada demais, como se não tivesse sido eu. Tive outro namoro, de 5 anos e também era assim. Como o atual, ele era um ótimo rapaz, me amava, me respeitava. Eu não tinha falta de carinho, nem mesmo de sexo, por parte dele (também não tenho do atual), mas essa necessidade de estar com outros homens sempre existiu. Não sei o que eu faço, se tenho algum problema, se tenho cura. Gostaria de uma luz. Beijos e obrigada desde já.
RESPOSTA: Querida amiga, a noção de fidelidade é pautada pelas convenções sociais e as convenções sociais apontam: trair é feio, é sujo, é desonesto. Na verdade, a palavra traição tem um peso imenso porque ela nos torna menores, não confiáveis. Mas eu penso que a primeira coisa que uma pessoa que tem esse comportamento deve se perguntar é o seguinte: "Quando eu traio meu companheiro com outro, só pensando nos prazeres do corpo, eu me sinto mal depois? Sou assolada por culpas ou encaro isso normalmente?" Munida dessa resposta, aí sim, a pessoa vai poder decidir o que fazer. Se a pessoa fica culpada, deve procurar ajuda. Caso contrário, ela é assim, precisa dessa intensidade física, do outro vibrando de desejo por ela o tempo todo, do frenesi, enfim, desse sair de si que o sexo nos proporcina. E temos que admitir, um relacionamento estável geralmente não nos deixa assim o tempo inteiro. No seu caso não há culpa, você mesma diz que age como se não tivesse acontecido nada demais. O que você não pode dispensar é o desejo na sua plenitude. E você tem o direito legítimo de sentir o que gosta, o que precisa. Quanto a bipolaridade acho leviano falar alguma coisa. Hoje em dia estão usando a palavra bipolar sem nenhum critério e, pela sua mensagem, vc não parece ser portadora dela. Me responda agora, querida: você é feliz, está vivendo a vida que gostaria? Se a resposta for sim, esqueça as convenções. E, temos que admitir, se o seu namorado é ciumento ele é quem tem um problema nas mãos. Desculpe a brincadeira mas temos que encarar a vida e a nós mesmas com humor para manter a sanidade. Afinal, todos temos os nossos subterrâneos que, vez por outra, precisam ser revisitados. Eu penso que a vida é tão curta e o mundo tão infinito que questões como a sua são como um grão de poeira no universo. Se precisar, escreva novamente. Carinho, Bety
Escrito por Bety em 20/11/2007
CONSULTÓRIO SENTIMENTAL
Oi, Bety! Minha mãe é sua ouvinte na rádio Globo e sempre me dá força através dos seus conselhos.
Por isso resolvi escrever. Sou uma mulher bonita, inteligente, independente, sempre tive muitos
relacionamentos, mas sempre fui muito invejada por amigas. E não sei porque acho que por ser muito
verdadeira, sempre fico sozinha. Quem me quer eu não sinto nada, e quem eu quero ou é comprometido, ou me dá um fora. Gosto muito da vida, de sair, sou uma pessoa agradável, mas tenho andado infeliz, pois minhas amigas se casaram, outras não querem sair comigo, pois dizem que os homens só olham prá mim. Enfim estou muito solitária e com isso estou perdendo o meu brilho de vida. Peço um conselho prá vc: como sair sem companhia? Como vou conhecer alguém assim, estou só trabalhando, o que faço? Vendo o tempo passar, vou ficando mais desesperada. Tenho 46 anos, não aparento, mas sei que a idade vai chegando e tudo fica mais difícil.
Bety, me ajuda, estou muito desiludida das pessoas, já sofri muitas decepções, de amigas e homens. Fabíola
RESPOSTA: Olá Fabíola, realmente os relacionamentos estão difíceis. Nesses tempos modernos, principalmente, temos a impressão de que os homens ditam as regras. De certo modo, podemos dizer que sim, porque existem muito mais mulheres disponíveis. Sabe amiga, aprendi com a vida que quando temos dificuldades de encontrar nosso caminho temos que dar uma parada para pensar. Vc já fez análise? E que amigas são essas que não querem sua companhia? Não sei como é o seu dia-a-dia mas sugiro que faça algum curso novo, algum lazer que possa resultar num novo círculo de amizades e que até se inscreva num site de relacionamento. Vc já ouviu falar no par perfeito e no match.com? São sites confiáveis. Você gostaria de conversar mais comigo? Se quiser mande o seu telefone. E não esqueça: vc não está triste porque não tem um companheiro, vc está triste porque está achando que para ser feliz precisa de um homem ao seu lado. E, acredite, não é assim. Muitas vezes estamos sozinhas nos sentindo ótimas, outras (e tantas) estamos acompanhadas nos sentindo péssimas. E para vc querida, uma frase que gosto muito de Mario Quintana: ’O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você."
Um beijo, bety
Escrito por Bety em 20/11/2007
CONSULTÓRIO SENTIMENTAL
Bom Dia Bety, sou Alexandre tenho 26 anos e me relaciono com uma jovem de 20 anos. Nos entendemos muito bem, somos muito companheiros um do outro, estamos todos os dias juntos embora sejamos namorados e moramos separados. Quando comecei a ficar com ela , estava separado há 4 meses , havia saído de uma relação bastante machucado pois tinha sido traido e a traição me deixou algumas sequelas como por exemplo a dificuldade de ereção. Mas minha namorada foi bastante compreensiva e com o tempo tudo se resolveu. Hoje, com dois anos de relacionamento, vivo num dilema , fazemos amor uma vez por mês e isso me deixa um pouco confuso... Estamos em crise? O Amor é medido através do sexo? Obrigado Alexandre
RESPOSTA: Olá Alexandre, para te ajudar melhor eu precisaria saber qual era a sua regularidade sexual no relacionamento anterior. Mas, por enquanto, vamos por partes. Um relacionamento amoroso não se meda pela quantidade de vezes que uma pessoa faz sexo mas, considerando-se a sua idade, 26 anos, a frequencia sexual é muito baixa. Eu precisaria te fazer outras perguntas: 1) no primeiro relacionamento vc fazia sexo com que regularidade? 2) No início, logo que você conheceu sua atual namorada, a freqüência sexual também era uma vez por mês? 3) Vc sente desejo pela sua namorada mais vezes mas não tenta fazer sexo com medo de falhar? 4) você acha que sente mais amizade do que amor pela atual namorada mas prefere continuar assim porque, caso a relação termine você não sofrerá como da outra vez? 5) a sua atual namorada reclama, sente falta de mais sexo? 6) Se isso acontece o que você fala para ela? 7) Vc sente desejo por outras mulheres fora do relacionamento? Amigo, vc não gostaria de conversar comigo? Envie o seu telefone sem medo para que possamos conversar, ok? Só assim eu poderei te ajudar. Carinho, Bety
Escrito por Bety em 20/11/2007
RECADO DA BETY
Agora vocês já podem ouvir minhas crônicas interpretadas por mim. Amei a experiência. Acabo de lançar um audiolivro duplo chamado Crônicas do coração pelo selo Luz da Cidade. São 24 crônicas sobre os mais diversos tipos de amor, todas elas vivenciadas por mim. Espero que gostem. O audiolivro pode ser comprado na livraria da Travessa, na Livraria Unibanco Arteplex (Praia de Botafogo 316) ou pela internet no endereço www.luzdacidade.com.br. Para ouví-las basta colocar no rádio do carro, no computador ou no DVD
Escrito por Bety em 21/11/2007
FRASE DO DIA:
O amor à força nada vale, a força sem amor é energia gasta em vão.
(Albert Einstein)
Escrito por Bety em 22/11/2007
ESSA TAL FELICIDADE
Por Bety Orsini
Sempre que visito meu amigo Olympio Peçanha em seu consultório na Rua Presidente Backer, eu me detenho alguns segundos na porta da Oficina de Minas, que fica no número 140 da mesma rua. Por conta da pressa, nunca tinha entrado na loja, que, invariavelmente, transporta minha memória à cidade de Tiradentes, que já visitei tantas vezes, sem conseguir, confesso, descobrir um milésimo de seus encantos. Outro dia, depois de um almoço de sábado com meu filho, Marco Antonio, passei em frente à loja e resolvi entrar. Em poucos segundos estava envolta numa atmosfera tiradentina, encantada com os trabalhos escolhidos com delicadeza pelo dono, o português José Carlos Monteiro de Carvalho, que há 12 anos mora em Niterói: namoradeiras, bonecas do Vale do Jequitinhonha, cabeças em papel marchê do artesão Marcelo Luís, os lúdicos painéis em pinho-de-riga decorados com cabeças de bonecas coloridíssimas da artesã Miriam Possa... Isso sem falar nos móveis, sempre com aquela personalidade do mobiliário mineiro que tantas vezes nos causa ímpetos de derrubar nossa casa com jeito moderninho e optar pelo aconchego da tradição.
José Carlos contou, ainda, que seu pai teve uma marcenaria, que ele adora artesanato e, por conta disso, teve a idéia de abrir a loja há pouco mais de um ano. Ele me ofereceu uma cachaça mineira e, mesmo diante da minha recusa com um educado "não bebo", insistiu. Tomei de um gole só o líquido leve, ao mesmo tempo quente e impactante, que ele invariavelmente serve para seus clientes sem disfarçar o orgulho pela qualidade da pinga. Ele conta que pensou em abrir um café mineiro, mas o negócio foi tomando outro vulto. Hoje, a Oficina de Minas faz projetos especiais para residências e cozinhas personalíssimas com material de demolição. Imbuia. Jacarandá. Canela. Peroba-do-campo. Pinho-de-riga. O cheiro da madeira me transportou às ladeiras íngremes de paralelepípedos que pisei tantas vezes ao lado de quem tanto me amou, Pedro Castelo Branco. E, num segundo, a nossa história de amor me possuiu com todas as suas delicadezas, tantas delas vivenciadas em Tiradentes. Nossos risos na viagem de maria-fumaça até São João Del Rey, o aluguel da charrete para esticar o passeio até o Largo das Forras e a Matriz de Santo Antonio, onde funciona um órgão português de 1788. Ainda posso sentir o cheiro das especiarias em nossos jantares no elegante Tragaluz, na Rua Direita, uma jóia projetada por Zenilka de Navarro, ex-diretora do grupo Corpo; e o entusiasmo na visita à Biblioteca do Ó, onde vimos os projetos de recuperação de antigas marcas de rótulos mineiros do começo do século. Não sei se por conta do amor, Tiradentes se tornou uma cidade mágica para mim. Ainda ouço o sino da igreja tocando a ave-maria, às seis horas da tarde em ponto, ressoando nos meus ouvidos, e sinto o gosto da geléia de pimenta do Café da Maria Luiza, a melhor da cidade. E, se fecho os olhos, consigo enxergar o belo casarão, vizinho do Chafariz São José, onde funciona a Facas Burza, cutelaria de renome internacional, e escuto, ao longe, a fala mansa do Chico Doceiro lembrando que o melhor doce é aquele comido sem remorso.
Ah, os passeios com amor são os melhores da vida, mas a gente só percebe isso quando o amor se ausenta. Sei que jamais retornarei àquela Tiradentes do amor, porém sinto que posso tocá-la sempre que passar pela Oficina de Minas. Eu me esforço para encontrar novamente essa felicidade amorosa que tem o cheiro de Tiradentes, e, por um segundo, ela está ali, na minha frente, quase palpável. Nesse instante me lembro da frase de Émile-Auguste Chartier, conhecido como Alain (1868-1951): "A felicidade é uma recompensa que recebem apenas aqueles que não foram procurá-la”.E então, temerosa, paro de procurá-la para que um dia, quem sabe, ela me encontre novamente.
Bety, acorda! E a Oficina de Minas?
É linda, gente. Vale a pena visitá-la. Mas não se esqueçam de pedir um gole de cachaça.
(publicado em: Jornais de Bairro - Niterói - 24/02/2007)
Escrito por Bety em 22/11/2007
CONSULTÓRIO SENTIMENTAL
Bety, tenho um relacionamento de sete anos. Sou casada há dois e estou muito confusa. O meu marido é muito bom, gosto do carinho dele mas na hora do sexo não sinto nada. Acho que não o amo mais mas também acho que um homem bom como ele não vou encontrar mais. Não sei o que faço. Tenho 24 anos e ele 35. Estou com muitas dúvidas. Tenho saudades do tempo em que estava bem com ele mas hoje não suporto que ele me toque. Mas gosto quando ele me abraça e, nessas horas, penso em deixar tudo como está. Mas de uma coisa eu tenho certeza: a vida que levo ao lado dele não me deixa feliz. Me sinto usada, obrigada. Na cama só faço sexo por obrigação. Ele insiste muito e sinto pena dele. Não sei o que faço. Espero sua resposta. Fique com Deus e obrigada. Eu agradeço o conselho, Liane.
RESPOSTA: Querida, entendo perfeitamente o seu sofrimento. Que pena que não possamos amar pessoas boas como seu companheiro. Mas não mandamos no nosso coração. Amamos e pronto. Com as qualidades e os defeitos do outro. Quem se banha nas águas do amor sabe que elas são imprevisíveis, algumas vezes calmas, outras revoltas. Tantas vezes o amor, em suas vitórias e derrotas, nos joga no chão. Mas outras tantas vezes, quando apostamos nele de verdade, experimentamos aquele sair de si, quase um orgasmo cósmico, que só o amor de verdade nos pode dar. Sentir, sentir, isso é o que nos torna humanos e privilegiados. Pense bem: você quer continuar navegando nas águas calmas (e frustrantes) de uma boa amizade como parece ser o seu casamento OU quer vibrar. Nosso destino se faz de escolhas e só você pode escolher o seu caminho. Não sou você amiga, mas se estivesse no seu lugar não teria nenhuma dúvida: escolheria o pulsar da vida e faria questão de ser muito amiga deste companheiro atual. Se ele for mesmo uma boa pessoa e desejar a tua felicidade não te impedirá de seguir novos caminhos. E lembre-se: ele também não está feliz pois é claro que sente que você tem apenas amizade por ele, não amor. E para você uma frase do escritor Alberto Camus: Você não pode criar experiências. Você precisa passar por elas. Carinho, Bety
Escrito por Bety em 22/11/2007
RECADO DA BETY
Agora vocês já podem ouvir minhas crônicas interpretadas por mim. Amei a experiência. Acabo de lançar um audiolivro duplo chamado Crônicas do coração pelo selo Luz da Cidade. São 24 crônicas sobre os mais diversos tipos de amor, todas elas vivenciadas por mim. Espero que gostem. O audiolivro pode ser comprado na livraria da Travessa, na Livraria Unibanco Arteplex (Praia de Botafogo 316) ou pela internet no endereço www.luzdacidade.com.br. Para ouví-las basta colocar no rádio do carro, no computador ou no DVD
Escrito por Bety em 22/11/2007
CONSULTÓRIO SENTIMENTAL
Bety boa tarde!! Resolvi te escrever pois te ouço na Radio Globo e gosto de seus conselhos. Tenho 39 anos e sou casada há 11 anos com um homem que atualmente tem 41 anos (é o segundo casamento dele, no primeiro ele não teve filhos). Temos um filho de 10 anos. Ele gosta muito de beber e chega em casa sempre de madrugada. Quando converso com ele sobre a bebida , ele melhora um pouco mas depois volta a beber e a chegar tarde novamente. Estamos neste processo de desentendimentos por causa da bebida há exatos 11 anos. Quando o conheci ele sabia q ele gostava de umas cervejinhas , só não sabia que seu comportamento era esse. Bem, de 1 ano para cá ele está bebendo todos os dias. Outro dia, depois de uma conversa, ele me disse que não sente vontade de chegar cedo em casa. Sempre conversei com ele sobre o mal que a bebida estava fazendo no nosso relacionamento, com nossa familia , mas ele alega q não faz mal pra ninguem a não ser pra ele mesmo. Não concordo com isso, pois está me fazendo muito mal, fico acordada todas as noites em q ele chega tarde , até choro de preocupação. Em fevereiro deste ano, conversei mais uma vez com ele e expliquei q estava chegando no meu limite ... pensei até em dar um tempo no nosso casamento. Ele olhou para o chão, pediu desculpas pois gostava muito de mim, mas disse que não ia parar de beber!
Então em Março após ele chegar de madrugada ... pedi para sair de casa, porque se ele não saísse, quem sairia seria eu! Ele saiu ... Fiquei arrasada! pois pensei q ele levaria um choque e pensaria melhor no q estava fazendo. Como um homem joga tudo fora, apenas por um prazer bobo !!? 11 anos ! Bom ele voltou para casa em junho porque não tinha dinheiro para sustentar outra casa, e ficou dormindo na sala; dei um tempo para ele pensar e uma semana depois o procurei e ele me disse que "acha q nunca me amou" q acha q foi um engano nosso casamento! Ele começou a me tratar com indiferença e deixar de comprar o necessário para o nosso filho . Fiquei muito chateada e dei um prazo de até dezembro pra ele resolver a vida dele ! (Ele está na minha casa ). Bety amo muito meu "marido" (ainda acho q é meu marido) Não sei o que fazer ! Só sei q assim não tenho condições de ficar ! Preciso tanto de sua ajuda, ás vezes me vem um sentimento de culpa ... pois minha vida de uma hora para outra ficou de pernas para o ar Estou sem saber q rumo tomar!! Um grande beijo!!! Muiiito obrigada! Cristina, Duque de Caxias
RESPOSTA: Querida amiga, quando você me diz que ama muito o seu marido me vem a pergunta: E você Cristina, você se ama? É a partir dessa resposta que você vai tomar um novo rumo na sua vida. Quando convivemos com uma pessoa com algum vício acabamos nos tornando dependentes deste vício. Nada para o seu marido foi mais importante do que a bebida. Nem os filhos, nem você. Nada fez com que ele pensasse em algum momento: e a dor da minha família? E o sofrimento do meu filho, da minha mulher? Tudo bem, seu marido tem uma doença mas decidiu não cuidar dela e é mais do que justo que você não queria mergulhar com ele neste vício. Você já imaginou os estragos emocionais que tudo isso está causando no seu filho? Já imaginou a angústia dessa criança. Amiga, 11 anos é muito tempo para vivermos sob tortura. Chegou a hora de você deixar todo o sentimentalismo de lado e cuidar de você e de seu filho que precisa de paz e segurança. É triste sim saber que imaginamos uma vida para nós toda certinha e, de repente, esbarramos em muros intransponíveis. Você ainda é muito jovem, pode recomeçar. Não se deixe abater com a escolha de seu companheiro Cristina. Chore sim, fique triste sim mas supere. A vida nos dá essa possibilidade. Se precisar procure um grupo de auto-ajuda se fortalecer. E não esqueça que nosso destino despende de nossas escolhas. Se precisar escreva novamente. FORÇA, amiga. Carinho, Bety
Escrito por Bety em 24/11/2007
RECADO DA BETY
Agora vocês já podem ouvir minhas crônicas interpretadas por mim. Amei a experiência. Acabo de lançar um audiolivro duplo chamado Crônicas do coração pelo selo Luz da Cidade. São 24 crônicas sobre os mais diversos tipos de amor, todas elas vivenciadas por mim. Espero que gostem. O audiolivro pode ser comprado na livraria da Travessa, na Livraria Unibanco Arteplex (Praia de Botafogo 316) ou pela internet no endereço www.luzdacidade.com.br. Para ouví-las basta colocar no rádio do carro, no computador ou no DVD
Escrito por Bety em 24/11/2007